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VER, ENTENDER E AGIR: A VIRADA DA IA NO VAREJO

IA

A NRF 2026, o maior evento de varejo do mundo, deixou um recado muito claro para o mundo: a tecnologia já não é mais um diferencial competitivo — ela se tornou infraestrutura básica. E, dentro desse novo cenário, a inteligência artificial (IA) deixou definitivamente o campo da experimentação para ocupar o centro das decisões operacionais e estratégicas das empresas.

O que se viu em Nova York não foram conceitos distantes ou apostas futuristas, mas soluções em uso real, apoiando decisões em tempo real. A IA passou a ser o elo entre dados e ação.

Quando olhamos para o Brasil, esse movimento ainda está em fase inicial. Existe uma vontade crescente dos varejistas de incorporar a IA às operações, mas, na prática, muitos ainda estão engatinhando. O que começou a ser “importado” de forma mais concreta são aplicações baseadas em dados de câmeras e sensores para entender fluxo, ocupação, filas e perdas.

Em grande parte dos casos, porém, a IA ainda atua como apoio pontual, e não como o core da operação. O recado da NRF é direto: quem não acelerar a automação de processos e não colocar a IA no centro da tomada de decisão ficará para trás. O Brasil tem escala, dados e maturidade tecnológica. Falta transformar isso em execução.

Esse cenário impacta diretamente a forma como as empresas devem pensar seus investimentos em segurança eletrônica e prevenção de perdas. A lógica mudou completamente. Antes, o foco era “ver melhor”. Hoje, é “entender melhor e agir mais rápido”. Não faz mais sentido investir apenas para gravar imagens ou gerar alertas manuais.

A inteligência artificial permite transformar esses dados em padrões, previsões e recomendações práticas, que ajudam a reduzir perdas, melhorar processos e apoiar decisões operacionais. O investimento passa a ser medido pelo impacto no resultado. As câmeras deixam de ser apenas dispositivos de vigilância e se tornam a principal fonte de dados do varejo físico.

Essa mudança também redefine o papel de áreas tradicionalmente vistas como centros de custo, como segurança e prevenção de perdas. Quando elas passam a gerar inteligência para o negócio, tudo muda. Deixam de atuar de forma reativa e passam a influenciar decisões estratégicas, como alocação de equipes, desenho de loja, operação em horários críticos e prevenção proativa de riscos.

Quando segurança e prevenção de perdas ajudam a vender mais, atender melhor e operar com mais eficiência, elas deixam de ser despesas inevitáveis e passam a ocupar uma posição estratégica dentro da organização.

A NRF 2026 mostrou, definitivamente, que a inteligência artificial é o novo alicerce do varejo moderno. É preciso interpretar as informações, antecipar cenários e agir com velocidade. É isso que vai separar as empresas que lideram das que ficam para trás.

SOBRE A SEKRON DIGITAL (https://sekrondigital.com.br)

A Sekron Digital é uma empresa de segurança eletrônica líder nos segmentos bancário e varejista, com unidades de negócios em mais de 700 cidades do Brasil. Pioneira em sistemas de alarme e câmeras no país, oferecendo serviços de segurança eletrônica integrados, incluindo monitoramento de alarmes, câmeras, controles de acesso, antenas antifurto, prevenção de perdas, etc. Entre seus principais clientes estão a RD Saúde, DPSP, Pague Menos, GPA, Carrefour, Atacadão, Petz, Banco Safra, Fleury e Leroy Merlin.

Por Rafael Bernadini – CEO da Sekron Digital

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